A gordura mudou de endereço
A cintura que aperta com o peso quase parado. Não é que você engordou: mudou o lugar onde o corpo guarda, e isso é ordem hormonal, não descuido.
com o Dr. Joaquim Menezes
A cintura que mudou, o humor que virou o mês inteiro, o cansaço que ficou. Aqui isso vira medida, leitura e conduta.
A sua calça fecha no quadril e trava na cintura, e a explicação que você se deu foi a mais dura: relaxei. Só que um detalhe desmonta essa conta. O seu peso quase não mudou. Você não mudou a comida, não mudou a rotina, e mesmo assim o seu corpo está mudando de formato.
Repara onde travou: não na perna, não no quadril, na cintura. Gordura mudando de lugar com a balança parada muda a pergunta. Quem decide onde o seu corpo guarda gordura não é a comida: é hormônio.
Enquanto o estrogênio está em bom nível, ele orienta o corpo a guardar embaixo da pele, no quadril e na coxa. Quando ele começa a cair, a ordem muda: o corpo passa a guardar na cintura, mais para dentro. O peso pode ficar quase igual, o endereço é que muda. Por isso a sua calça denuncia o que a sua balança nega.
Eles aparecem separados, em consultas diferentes, e por isso quase nunca são lidos juntos. Nessa fase, costumam ter a mesma origem.
A cintura que aperta com o peso quase parado. Não é que você engordou: mudou o lugar onde o corpo guarda, e isso é ordem hormonal, não descuido.
Nessa fase o hormônio não cai em linha reta: ele oscila, despenca e sobe de repente. Boa parte do que mexe com você não é o nível de um dia, é o tranco da variação. Por isso um mês passa e o outro derruba.
O pelo que apareceu no queixo, o buço mais marcado, a pele com outra textura. Você nunca tomou hormônio nenhum. Não foi o hormônio masculino que subiu: foi o feminino que caiu, e a proteína que segurava o outro caiu junto.
Mesmo prato, mesma rotina, outro resultado. Quando o estrogênio cai, entra um segundo hormônio na história, a insulina, e o prato passa a render diferente. Dois hormônios decidem, e você só ouviu falar do primeiro.
A mulher que você viu mudar existe. Só que o hormônio dela não foi escolhido para ela: foi escolhido para um resultado, em dose pronta de outro corpo, sem exame antes.
Investigar o seu hormônio não é o caminho para virar outra pessoa: é o caminho de quem quer continuar sendo quem é. Medo com medida vira critério.
Hormônio lembra ginecologista, lembra endocrinologista, e os dois seguem com você: a ginecologista cuida da sua saúde de mulher, o endocrinologista, das glândulas. O que muda no seu corpo agora vive no encontro do hormônio com o metabolismo, e é aí que entra o nutrólogo: os dois na mesma consulta.
Revela a composição do seu corpo, quanto é músculo e quanto é gordura. Feita em pé, sem furar e sem doer.
Mede o gasto do seu metabolismo. Você só respira, e dali sai um número que antes era chute.
O que caiu não se adivinha, se mede. E é da medida que nasce a conduta, nunca o contrário.
Você conta a sua história uma vez. Da consulta sai o plano, do plano o acompanhamento, e de cada medida, um ajuste: etapa por etapa.
Engordar é justamente o que você veio resolver, e enquanto essa pergunta não tem resposta, nenhum argumento anterior importa. A resposta aqui não vem de promessa, vem de método: o peso se mede antes, se acompanha durante, e o que sair do combinado se ajusta.
E ela não se responde no caso dos outros: se responde no seu corpo. O seu corpo só responde quando alguém pergunta.
A dose não é a única coisa que se combina no primeiro dia. Ela é feita para o corpo que você tem hoje, e nessa fase o seu corpo não fica parado.
Por isso junto com ela sai a data: o dia de olhar o seu corpo de novo e conferir se a dose ainda é a mesma. Essa data faz parte do tratamento desde o começo, e você pode perguntar por ela antes de decidir qualquer coisa.
Nutrólogo, CRM 180863/SP. Médico desde 2013, com mais de 12 mil pacientes atendidos. Atende no Instituto Evollution, em Alphaville, Barueri.
Ele ajuda a mulher que passou dos 40 a ajustar o hormônio que mudou o corpo dela. A conversa aqui não começa por culpa, começa por investigação: primeiro entender o que mudou, com exame na mão, e só então falar em conduta.
Cansaço, humor e autoestima não são vaidade nem frescura. São parte do quadro clínico, e quadro clínico se trata.
"Tem gente muito pior do que eu" é a frase que adia a consulta. Só que o quanto você sofre não diz o quanto o seu hormônio mudou: nessa fase o sintoma acompanha a variação, não o nível. Sofrer menos não é estar menos alterada.
A noite que você passou acordada conta.
A paciência que acabou antes do jantar conta.
O que já entrou no seu dia conta.
Você pode chegar com a queixa que tem hoje. Decidir se isso já pede tratamento é a parte do médico, não a sua.
"Minha mãe passou por isso e não fez nada." Talvez seja essa a frase que te mantém longe do assunto, e ela veio de dentro de casa: você viu a sua mãe atravessar essa fase sem tratamento nenhum.
Só que a sua mãe não escolheu aguentar. Ela atravessou com o que tinha. Hoje a reposição hormonal existe com critério, com exame antes e acompanhamento depois.
Honrar a sua mãe não é repetir o que faltou para ela: é usar o que ela não teve.
O Instituto Evollution fica em Alphaville, Barueri, num espaço pensado para consulta, exames e acompanhamento no mesmo lugar.
Você trocou a comida, voltou a treinar, arrumou a hora de dormir. Tudo que entrou na sua lista depende de você: você decide e você faz. O hormônio é a única parte que não se resolve na vontade, porque antes de decidir ele precisa ser medido. Ele não ficou de fora da sua lista: ele estava fora do seu alcance.
Esse medo tem endereço real, e ele merece resposta. Nas histórias que assustam, o hormônio não foi escolhido para quem tomou: foi dose pronta, mirando estética ou performance, sem exame antes. Aqui a ordem é a inversa. Primeiro se mede o sangue e a composição do corpo, e só com a medida na mão se fala em dose, com o ajuste saindo do seu resultado. Vale lembrar de uma coisa que costuma passar batido: o traço já muda sem você tomar nada, porque quem caiu foi o hormônio feminino.
Não. A fase que antecede a menopausa costuma ser justamente a mais confusa, porque o hormônio não cai em linha reta: ele oscila, e é o sobe e desce que faz um mês ser suportável e o outro não. Quem espera a menstruação parar para investigar atravessa anos sem leitura nenhuma. O que já entrou no seu dia basta para uma consulta.
Essa é a pergunta que mais trava, e ela não se responde no caso dos outros: se responde no seu corpo. O peso entra como variável do acompanhamento, medido antes, acompanhado durante, e ajustado quando sai do combinado. Nenhum tratamento garante o mesmo desfecho para todo mundo, e é por isso que a conduta sai do seu exame e não de um padrão.
Os dois seguem com você: a ginecologista cuida da sua saúde de mulher e o endocrinologista, das glândulas. O que muda no corpo da mulher a partir dos 40 costuma viver no encontro do hormônio com o metabolismo, e é esse encontro que o nutrólogo trata na mesma consulta, com bioimpedância, calorimetria e exames de sangue.
O atendimento é particular. Para valores e horários disponíveis, fale com a equipe do Instituto Evollution pelo WhatsApp, no botão desta página.
No Instituto Evollution, na Av. Copacabana, 190, 6º andar, Edifício Lazulli, Alphaville, Barueri, São Paulo. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.
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